Terapia Holística

Como ter uma vida mais leve?

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Escrito por Ysa Nuit

É mais comum do que imaginamos as pessoas que já pensaram em concluir suas vidas aqui na Terra antes do tempo previsto. Às vezes o pensamento vem numa onda rápida e se vai com a mesma rapidez, pois não encontra morada. Em outros momentos, porém, o pensamento vem e fica, tornando-se um companheiro facilmente visitado.

Os motivos pelos quais já pensamos em colocar um ponto final em nossa existência são os mais diversos possíveis, vejamos alguns:

  • Descrença na vida após a morte – Se voltaremos ao pó e a vida se extingue completamente, por que continuarmos submetidos aos sofrimentos do mundo?
  • Solidão extrema – Dificuldade de integração com outras pessoas, uma sensação de que existe uma barreira entre nós e os outros, e o peso de estar só parece que será solucionado com a morte.
  • Melancolia existencial – Um vazio que não se preenche com nada nem com ninguém; uma apatia constante por sentir que a vida não faz sentido.
  • Saudades – Aquele aperto no peito por sentir a ausência de lugares ou amigos que nem sabemos de onde são, mas sentimos que existem e estão longe de nós.
  • Profunda incompreensão da vida material – Quando somos demasiado espiritualizados e nos desconectamos dos hábitos e estilos de vida terrenos. Nesse caso, sabemos que o suicídio não seria uma boa solução, mas o desapego à nossa própria personalidade é tão intenso que não tomamos os devidos cuidados com nosso corpo e com a sobrevivência material.
  • Desespero – Após um incidente traumático, a perda de entes queridos, uma situação de extrema dificuldade, entre outros exemplos, somos tentados a acreditar que tudo está perdido, que não há como continuar vivendo na Terra com tamanho sofrimento.

Falar sobre suicídio ainda é um grande tabu em nossa sociedade mas, ao contrário do que se imagina, comentar a respeito é uma excelente maneira de elucidar as motivações e sentir-se compreendido. Inclusive, só de expressar nossas dores já nos sentimos mais leves – é por isso que buscamos terapia, conversamos com amigos, escrevemos, choramos, tudo é válido para dar vazão ao que é sentido.

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Nessa postagem em especial, que iniciei pensando em falar sobre o Chakra Genésico (um centro de força localizado na região do períneo e que está bastante relacionado ao desânimo de viver), gostaria de convidá-los a uma reflexão sobre nosso maior propósito em estar na Terra. Vou falar sim sobre Chakras, mas não vai ser hoje, será num próximo artigo (dou minha palavra!).

Vamos refletir por um instante e responder mentalmente a essa pergunta:

O que me motiva a continuar vivendo?

Não é uma resposta que comumente se obtém num piscar de olhos, muitos não têm o hábito de pensar sobre suas próprias escolhas e seguem o fluxo da vida com hábitos maquinais, irrefletidos, apenas porque a Vida os conduz. Se você está ainda matutando, pensando em qual o grande objetivo que te mantém aqui, está tudo bem, acredite. Existe algo que talvez não tenha sido acessado, mas se você permanece engajado em continuar levantando da cama todos os dias, é porque sabe que sua vida não é obra do acaso, que existe algo muito importante a ser feito através da sua existência.

Tenho uma professora muito querida (Patrícia Cândido, do Luz da Serra) que sempre repete a seguinte frase: “Nascemos para ser felizes e expressar nossa beleza na Terra.” A primeira vez que a ouvi dizer isso, achei fofo, mas foi só depois de algumas repetições que tais palavras passaram a fazer sentido pra mim. Costumamos acreditar que nossa missão é ajudar os outros, que é por isso que estamos encarnados. A grande verdade, porém, citando um outro professor (Vyctor Ben-Hur), é que ajudar os outros é uma obrigação, não somos mais especiais do que ninguém quando fazemos isso. Por outro lado, temos como missão de vida nos ajudar, curar nossas feridas, aí sim somos diferenciados, quando entendemos que o próximo mais próximo somos nós mesmos, por isso temos que ter carinho com o que sentimos, com o que pensamos, com o que fazemos. Precisamos nos amar, precisamos entender que somos importantes sim! Está tudo certo em buscar a felicidade, está tudo bem em traçar planos de uma vida mais plena.

Por que, em sã consciência, deveríamos viver devotados a uma vida de doação, 100% voltada ao outro, quando muitas vezes estamos sangrando por dentro? Onde está o amor próprio? Não o amor orgulhoso, que se melindra e se ofende com pouco, mas o amor de quem sabe seu valor, de quem sabe que estando bem terá mais condições de ser útil.

É claro que também obtemos grandes curas quando estamos cuidando de alguém, não quero aqui desencorajar a caridade, muito pelo contrário. O que almejo, de verdade, é que possamos ter mais amor por quem somos, que não sejamos tão duros conosco, carregados de culpa e de cobranças. É necessário fazer uma revisão em nossas motivações diárias.

Remember who you are

“Você consegue se lembrar de quem era, antes de o mundo dizer quem você deveria ser?”

Sua vontade de viver pode ser ainda maior se você se permitir o reconhecimento de que está tudo bem em não ser um super-heroi. Está ok em dedicar algum momento na semana para ver um filme, para namorar, para descansar. A vida não tem que ser um peso, uma obrigação em fazer tudo como esperam que façamos. A vida pode ser leve!

Se você já teve a oportunidade de assistir ao famoso seriado Friends (tem na Netflix todas as temporadas, recomendo demais!), lembre-se do personagem Joey. Ele é um cara que não tem uma vida profissional estável, muitas vezes é visto como pouco inteligente e, no entanto, encara a vida de uma forma tão leve que gostaríamos de poder ser como ele. Não se ofende com qualquer coisa, rapidamente supera as desavenças entre os amigos, é muito engraçado. Outra personagem que também me encanta em Friends é a Phoebe: ela teve uma vida difícil, cresceu em condições precárias, mas é extremamente divertida e agradável, encara a vida com bom humor e leveza, fazendo músicas cômicas e expressando sua beleza por onde passa. E é isso que viemos fazer na Terra, ser felizes e expressar nossa beleza!

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Monica: “Como você pode não se importar?” / Joey: “Assim ó”.

Tenho enfatizado muito essa proposta de autoamor, porque vejo que ainda não foi criado outro caminho para mudarmos nossa realidade. Se nos amamos, transbordamos essa energia tão linda que não nos permite uma contaminação com sentimentos de baixa vibração. Emanando amor e alegria, incentivamos outras pessoas a fazerem o mesmo – e também atraímos mais e mais situações de mesma frequência.

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Chandler e Joey: “Hey Pheebs, você quer ajuda?”/ Phoebe: “Ah, eu adoraria, mas eu não quero.”

Portanto, se você estiver tendo um dia desafiador, remova o peso das costas. A princípio, procure algo que te faça sorrir, lembre-se das dicas compartilhadas nessa postagem (Dicas para lidar com pensamentos negativos) e decida o que precisa mudar de agora em diante. Procure auxílio, não sinta-se só, tem outras pessoas vivendo dramas similares e outras tantas oferecendo soluções possíveis. A escolha de transformar a vida, porém, tem que partir de você.

Tenha a vida que sonha em ter: você merece!

Para mais motivação, indico um vídeo que vai te ensinar a melhorar sua conexão espiritual, com um passo a passo de como fazer preces de modo a gerar a melhor energia para o planeta e para si próprio: 

E também um livro que tenho indicado para meus consultantes: O Criador da Realidade.

criador da realidade livro

Se podemos ter uma vida mais leve, se podemos ajudar a melhorar a energia planetária, se podemos ser mais realizados e plenos, por que não lutar por isso? Agora, me conta, você já se olhou no espelho hoje e disse: eu te amo? Esse pode ser um bom começo! =D

Sobre a autora

Ysa Nuit

Terapeuta Holística, Reikiana, Taróloga, Palestrante, formanda em Psicoterapia Reencarnacionista, atua com as técnicas: Fitoenergética®, Radiestesia, Meditação, ThetaHealing®, Estruturação Quântica da Consciência (EQC), Cromoterapia, entre outras.

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